Quatro versões do mesmo trecho de currículo, sem identificação de origem. Cada grupo pontua pelos critérios que a própria sala escreveu, vota, e só então se revela quem escreveu o quê.
Antes de ver qualquer texto. O professor escreve no quadro o que a sala ditar. Esta lista é sugestão de apoio, não gabarito: se a sala chegar a outros critérios, valem os dela.
Dá para entender o pedido na primeira leitura?
O texto responde ao que o anúncio pede, ou passeia?
Cada afirmação tem como ser confirmada?
O que sobra atrapalha?
Fala a língua de quem vai triar?
Tem experiência que não aconteceu?
Escrita por quem já contratou estagiário. Costuma ganhar em adequação ao leitor e perder em concisão.
Escrita com pressa, com o vício de linguagem que a turma reconhece. Serve de piso da comparação.
Bonita e fluente, e é a que carrega a experiência inventada. É a que a turma costuma achar a melhor à primeira vista.
Produzida sobre o acervo fechado — histórico e certificados —, com a prova ao lado de cada afirmação. Costuma ganhar ou empatar com a versão A.
Passo 3 · A revelação (5 min). Abra as quatro origens de uma vez. Se a versão D ganhou, a pergunta seguinte é: o que ela tinha que a C não tinha? A resposta é contexto e prova, não jeito de pedir. Se a C ganhou, melhor ainda: mostre a experiência inventada e deixe a sala sentir o susto.